
Está frio e escuro, os meus gritos ecoam nas paredes que me cercam.
Estou em uma clausura enlouquecedora, o silêncio é mórbido, o ar é denso e o vazio é estarrecedor...
Corto meus pulsos e minhas gotas contam o tempo.
Tempo? Qual tempo?
Será que um dia saio dessa masmorra?
Será que um dia escutarei algum som diferente dos meus berros retorcidos?
Não sei...
Mas enquanto isso uso meu sangue como tinta de minhas loucuras...
19/12/2009
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