23/01/2010

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Estou com muita fome, faz muito tempo que não bebo um sangue fresco, quero uma presa fácil, a qual possa rasgar-lhe a jugular, sugar o líquido que jorrará intensamente, não satisfeita cortar-lhe os pulsos com minhas unhas afiadas, apreciando cada góticula que escorrerá lentamente, e para finalmente me deliciar, abrirei seu tórax com minhas mordidas sedentas e dilaçarei seu coração... assim como fizeram um dia com o meu...

Vamos brincar de julgamento?

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Vamos brincar de julgamento?
Eu julgo
Tu julgas
Quem julgará corretamente?
Não queira ser o dono absoluto da verdade e condenar as minhas falhas
Não busco santidade
Sei dos meus erros e dos meus acertos
Não tenho medo de assumir os meus atos
Muito menos os meus sentimentos
Não me tornei uma assassina fugindo dos julgamentos
Tenho várias mortes em meu passado e terei inúmeras outras em meu futuro
Mas isso não te dá o direito de apontar-me o dedo e me chamar de assassina!
O que tu es, se não um ser que se escondes por trás de uma armadura vazia
O héroi dos humanos!
A quem queres proteger, se nem a tu mesmo consegues!?
Que culpa tenho se minha voz é tão sedutora quanto o canto das sereias?
Que culpa tenho que consigo ler as almas perturbadas e elas vem até a mim?
Me julgas cometer tantos erros assim...
E tu, já se olhaste no espelho?
Es tão invensível assim?
Es capaz de assumir seus erros, seus medos, suas desconfianças e inseguranças?

Morte de Lilith

22/01/2010

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Minha verbena, porque foste tão sedutora assim?
Seu cheiro a penetrar em minha mente, sua pele a queimar meu corpo, seus beijos a arrancar meus delírios...
Me envolveu, me prendeu, meu vício maldito!
Agora após a overdose, só me resta a morte...
Fim dos dias em que te provei
Fim dos dias em que me declarei
Fim dos dias em que te amei
Transformaste meu coração vampiro em cinzas
Confiei a ti a minha alma e tu brincaste de inquisidor e me queimaste no fogo do inferno
Por quê?
Porque querias ver minhas lágrimas de sangue rolarem pela minha face alva?
Porque querias beber de meu sangue se não desejavas se unir a mim?
Tu quiseste ser rei destruindo sua Lilith...
Meu doce menino...
Enterraste a amavél vampira que afagava seus cabelos, aparava suas lágrimas mágoadas e matava seus desejos...

Ainda não é hora de ir

13/01/2010

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Ah meu querido menino, por que fostes me tirar do controle?
Jamais tive intenção de ferir-te tanto assim, oh meu amado, por que me deixaste tão sedenta pelo seu corpo?
Agora estais aí, entre a vida e a morte... dilacerado pelos meus desejos... não podes me deixar meu amado...como sobreviverei a eternidade sombria sem o calor do seu corpo... sem meu brinquedo preferido?
A noite estava tão quente e eu estava tão sedenta, uma mistura perfeita para explodir meus instintos e tu ali preso a me olhar, implorando por liberdade, desejando possuir-me por inteira...
Por que fui ceder aos seus olhos castanhos de menino inocente? Minha perdição...
Te libertei... para o beijo da morte...
Mal sentiu o alívio das algêmas me atiraste na cama, rasgaste minha roupa com tal ferocidade que acordaste meus caninos... seu cheiro enlouquece minha mente, sua pulsação acerelada regada de adrenalina me toma o ser, quero possuí-lo...
O filho mais belo de Zeus, moldado por Afodite, minha obra de arte mais perfeita... meus olhos castanhos dissimulados, minha boca carnuda, minhas costas largas e douradas, meus braços musculosos de um contorno minuncioso, meu peito largo coberto pelos pêlos mais acolhedores, minhas coxas grossas e volumosas, meu membro... ah meu membro... grosso,suculento e tentador... tudo meu! Meu menino...minha presa...minha verbena...
Suas mãos não continham a emoção, apalpava-me intensamente, deixava suas marcas de desejo, sua boca acariciava meu pescoço, tirava-me o folego com beijos sufocantes, arrancava-me a alma...
Nossos corpos unidos pelo sexo, prencheste o vazio que me tomava, arrancava-me sussuros ao pé do ouvido, gemidos contidos...
Cavalga-me ora lentamente, ora intensamente, o ritmo da loucura, minha insensatez...
Seu suor a banhar minha pele gélida, aquece meus devaneios... arrancam-me gemidos incontrolados, desperta o ser irracional...
Não consigo me controlar mais meu amado...
Sua respiração ofegante desperta meu líbido, faz-me molhar seu ventre...
Cravo minhas unhas em suas costas, começa a minha perdição... o cheiro das gotículas de sangue me insandecem...
Travo seu corpo em meio as minhas pernas insasiaveis, suas costas se tornam emaranhados de arranhões e seu pescoço é meu último fim, perfuro-te com meus dentes mais afiados e sugo-lhe o sangue que tanto me desperta, seu membro se enrijece ainda mais dentro de mim, perfuro-te mais e mais... a força com que me penetras faz explodir nosso êxtase...
Embriago-me de seu sangue, sua vida se extingue em meio aos meus lábios... é então que percebes a morte aproximar-se, puxa meus cabelos e arranca minha boca da sua jugular... porém tarde demais... suas forças já se esvaem...
Por favor meu menino não morra agora... tens muito o que me saciar ainda...
Meu pecado mais sublime...

Insásiavel

10/01/2010

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"Você é insásiavel!"
Sim, meu caro, completamente insásiavel e sedenta...
Seu corpo é meu tesouro mais precioso...
Na noite em que te encontrei já senti meus instintos se aflorarem com o aroma que seu sangue exalava, era inevitável não te querer como minha presa cativa. Por isso estáis aqui acorrentado pelos pulsos, nu, exibindo toda essa silhueta esculpida por Zeus...músculos definidos, costas largas, peito entrecoberto, coxas salientes e um membro grosso e suculento...
Meu brinquedo!
Uso e abuso ao meu bel prazer... minha carne, meu sangue, meu néctar...
Minha verbena... a qual desfruto a hora que quero...dilacero a meu gosto...
Quão bom é ver seu líquido vermelho escorrendo pelos orifícios que fiz com meus caninos sedentos, visualizar seu desejo de ser libertado e poder me dominar... loucura sem fim...
Sentir seu fluído se misturar ao meu, aroma do pecado!
Consegues por fogo em um corpo de gelo...
Minha presa... meu doce menino...

Não tenho medo

01/01/2010

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Sou o que sou e me respeitem por isso
Se sugo o sangue que percorre veias alheias, faço para me alimentar
Se o meu jeito te incomoda se afaste de mim, não pedi que idólatrasse o monstro que sou...
Só eu sei o que sou e o que vai em meus pensamentos
Não tente mandar nos meus desejos
Posso não obtê-los mas jamais terei medo de alcançá-los...
Não tente apagar o que se passou, ninguém é capaz de arrancar de mim o que sinto...
Certas presas, por mais ariscas que sejam, são inesquecivéis...
Ninguém é capaz de prever se sofrerei nas minhas caças noturnas...
Não tenho medo de percorrer as ruas solitárias em busca de comida, se não o fizer o que será de mim?
Não tente me por medo, não tente dizer o que será o amanhã...
A noite ainda não caiu...
E principalmente jamais me compare a outras vampiras promíscuas, que não controlam seus instintos e se contentam com qualquer tipo de sangue e sujam sua pureza vampiresca!
Sou insaciavél, porém muito seletiva, não permito que qualquer sangue humano percorra em minhas veias...
Tolo es tu que tem medo da minha eternidade e do poder que posso proporcionar...
Com sua relutância podes perder o maior bem que poderia ser dado a um relez humano...
Idiota! Crês realmente que es capaz de ter tanto domínio assim sobre o que sinto e o que devo fazer?
Sou uma vampira e não uma menina indefesa...