Olhar hipnotizante
Sorriso fascinante
Fala delirante
Corpo de diamante
Ser do pecado
Maliciado
Condenado...
Por que agora? Nesse momento? Nessas circunstâncias?
Acaso?
Destino?
Sintonia?
Não sei...
Tão perto e tão distante...
É inevitável não te querer!
Não sentir o desejo pulsar entre as pernas...
Não sentir o calor percorrer a cútis em chamas...
É impossível não imaginar sua boca na minha...
Seu corpo dentro do meu...
Os meus caninos rasgando-lhe a pele excitada...
Doce sangue
Ebulido pelo tesão que percorre cada milímetro dos nossos seres...
Tensão!
Tesão!
Uma noite apenas?
Não...
Cem anos em um minuto...
Uma eternidade...
Assassinada pelo medo da moral...
Pelo medo das cores que rompem o cinza da rotina alienante...
Se permitir...
Viva meu doce menino!
Rompa os grilhões que te prendem ao marasmo...
Volte a ter sede
A minha sede
Beba de minha intensidade, de minha eternidade...
Perca o medo da vida!
Minha doce criança bandida...
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